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domingo, 24 de maio de 2009

Ninguém sabe o duro que eu dei

Assisti ontem a Ninguém sabe o duro que eu dei, o documentário que está nos cinemas sobre a vida de Wilson Simonal. Mais do que recomendado - filmão mesmo.

Na primeira parte, ele mostra a trajetória de sucesso de Simonal ao longo dos anos 60 - com muito material legal da época, mostrando como o cara era um verdadeiro show man. Vendo o dueto dele com Sarah Vaughn, a gente até esquece que ele não é americano. Ele era cheio da marra, mas tinha razão. Depois, ele pega a triste história do desaparecimento de Simonal, por conta de acusações de envolvimento com a máquina da ditadura que levaram a um boicote generalizado ao cara por duas décadas.

O vídeo-promo do filme


Coquetel Acapulco, minha ex-banda, tocando Não vem que não tem no Teatro Odisseia, em 2006.

Não sei se vocês tão sabendo, mas vai acontecer no Rio o Viradão Carioca, versão daqui para a Virada Cultural de São Paulo - só que durando 48 horas. De tudo o que ouvi falar que vai entrar na programação, o que mais me interessou, mesmo antes de ver o filme, é o tributo a Simonal que Farofa Carioca e Elza Soares farão. Pena pra mim que seja em Vista Alegre, um tanto fora de mão. E não sei ainda em que dia/hora ele vai acontecer - é capaz de coincidir justamente com o Skatalites no Rio, que tá batendo na data com o Viradão.

E Skatalites no Rio é obrigatório. Ainda mais depois que ouvi o papo de que o show de abertura será do Acabou La Tequila. Será?

3 comentários:

thiroux disse...

"mostra a trajetória de sucesso de Simonal ao longo dos anos 80"... 80? Não tá mais pra uns 60/70, não?

Abs!

Marcos Monnerat disse...

É anos 70. Fim dos 60 e década de 70. Na década de 80 o cara já tava limado.

Meu limão meu limoeiro, meu pé de jacarandá...

André Monnerat disse...

Escrever com pressa dá nisso!
É 60, já corrigi lá.