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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

MInha vez de falar de um show

Já que o Paulo falou do Toasters e o Marcos da Madonna, é a minha vez de fazer uma resenha. E de uma das paradas mais impressionantes que eu já vi, inclusive musicalmente.

Estive - com o Marcos, inclusive - em Porto Alegre no início do mês, para prestigiar o casamento de um amigo de infância que hoje vive por lá. Em um dos dias da viagem, nos levaram para comer churrasco em um CTG, Centro de Tradições Gaúchas. A carne, devo lhes dizer, até era boa, mas também não era nada demais; no duro, come-se um rodízio bem melhor, mais variado e bem preparado aqui no Rio mesmo. Mas o bacana mesmo do programa foi o show tradicional gaúcho.

Fora as danças - prendas vestidas a caráter, gaúchos idem fazendo a chula, com lanças e tudo o mais -, havia o show de um cara sagaz com suas boleadeiras, que foram inventadas para manter os bois na linha. Mas ele as usava pra fazer seus malabarismos - e como um verdadeiro instrumento musical. Enquanto ele se apresentava, outros tocavam uma música pra acompanhar e a boleadeira virava um verdadeiro instrumento de percussão, batendo no chão no ritmo da música. Bem maneiro mesmo.

Pra tirar onda pra valer, ele chamava gente da platéia pro palco pra participar do show. A noiva de nosso casamento foi uma, que subiu e teve seu cabelo despenteado por uma boleadeira pesada, girando a toda velocidade a milímetros do seu rosto com inacreditável precisão. Mas coragem mesmo teve o cara do vídeo aí embaixo, que eu fiz por lá - acho que é melhor ver pra entender do que eu estou falando.


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